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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A Política da Boa Vizinhança

 Voltei! E ai pessoas, como andam as coisas? O tema de hoje envolve justamente o andamento cotidiano da vida. Gente, quase todo mundo tem aquele vizinho. Aquele que pentelha, ou é surdo, ou acha que o mundo é surdo..., ou seja, o vizinho “amostrado”. (pra quem não entende o dialeto, quer dizer que ele curte aparecer)



     Bom, falei “quase todo mundo” porque, pode ser que você more em um sítio afastado, em área industrial, ou seja rico a ponto de não ter vizinhos próximos. Caso esse seja o seu caso (nossa, bela repetição de palavra agora), divirta-se conhecendo esse mundo peculiar. Entendam que vizinho, aqui, não é só o casa diretamente ao lado, pode ser da frente, diagonal, próximo.... não sejamos tão literais. Enfim, existem essas pessoas que gostam muito de socializar, por exemplo: Tenho uns amigos que todo dia o vizinho briga com o filho na mesma hora!




       O vizinho do outro amigo cismou que canta bem, e passa o tempo todo berrando, quando está em casa. É pavoroso!



     A vizinha de uma amiga tem olhos de águia, serio, ela enxerga tudo o que tem e acontece dentro da casa dos outros, melhor que os próprios donos. Se você não está achando algo, ligue para ela, provavelmente ela viu. Vou passar o contato: (brincadeira).



    Claro, também tem aquele que sempre faz um barraco, sempre rola uma briga, aquele drama mexicano!



     Para finalizar os exemplos, cito o melhor vizinho que já tive conhecimento: O Bar (incluindo os bêbados e os donos)! Pausa rápida para respirar.....................Voltando. Se você mora perto de um, ou tem um amigo que more, provavelmente, já teve sua paz roubada em algum momento devido a uma briga sem nexo entre bêbados, uma conversa aos gritos, uma musica que você ODEIA sendo repetida mil vezes, ou um lindo carro de som (não vou entrar nesse assunto agora, depois faço um post especial sobre o mundo dos paredões).


     Para não me alongar mais, finalizo com algumas observações: Vizinhos, vocês são importantes, nós te amamos, vocês contribuem para o sentimento de segurança e a ideia de sociabilidade, mas não somos surdos, nem somos obrigados a saber de tudo o que se passa em suas vidas, nem precisamos que vocês saibam das nossas (principalmente, saber mais que nós mesmos). Claro que uma vez ou outra todo mundo ouve musica alta, ou grita, mas é uma vez ou outra. Se não obrigamos vocês a nos aguentarem, não queiram nos obrigar a aquentar vocês. Por favor, nos deixem ter paz, ver tv, ler, estudar, dormir. Ajudem os coleguinhas.



Amamos Vocês (as vezes), seus lindos! Beijinhos...